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ONDE UTILIZAR OS GABARITOS? Uma orientação prévia onde gabaritos devem ser utilizados serão relacionados abaixo, conforme Quadro 1 para uma correta aplicação destes. O Quadro abaixo apresenta uma orientação para a correta utilização dos gabaritos. Quadro.
Nos projetos de intersecções, especialmente relacionados com a readequação de auto-estradas, estradas principais e vias arteriais, as características operacionais e dimensionais dos veículos têm efeitos acentuados. As configurações das curvas são particularmente importantes. O "veículo de projeto" para cada classe principal de veículos, estabelecido pela American on State Highway and Transportation Officials (Associação Americana de Estradas Estaduais e Órgãos de Transportes AASHTO), fornece alguns dos critérios e bases para projetos de intersecções viárias em estradas. Para facilitar a aplicação das características de curvatura dos veículos de projeto, foram produzidas trajetórias das curvas em forma de gráfico e utilizados como gabaritos, provando ser uma ferramenta valiosa de projeto. Como resultado desta experiência e da necessidade crescente de se incrementar a produtividade de engenharia de tráfego e melhorar a qualidade do projeto, novos e atualizados Gabaritos de Veículos em Curva foram desenvolvidos. Os gabaritos são aplicados para desenho de intersecções (Figura 6) e outras facilidades na acomodação de manobras de veículos, incluindo garagens de automóveis e estacionamento; terminais de carga e terminais de ônibus. Os novos gabaritos são principalmente baseados em dimensões e características de curva de cinco veículos de projeto, identificados e editados em 1973 pela AASHTO "Política de Projetos de Estradas Urbanas e Vias Arteriais" e verificados também nos veículos de projeto selecionados pelo Subcomite sobre Projeto da AASHTO, com relação a atualização das políticas de projetos. A representação das dimensões básicas de tais veículos, no desenvolvimento dos gabaritos de giro, está resumida na Tabela 1. Estas dimensões básicas incluem uma variedade de veículos: WB 15, combinação de semitreiler grande; WB 12, combinação de semitreiler pequeno ou intermediário; B 12, ônibus grande; SU 9, caminhão de unidade única ou ônibus intermediário; P, veículo grande para passageiro ou utilitário; Pm, veículo médio de passageiros; e Ps, veículo pequeno de passageiros6. (6) Os veículos Pm
e Ps não são designados pela AASHTO, mas estão incluídos aqui para fornecer mais
características apropriadas nas áreas onde prevalecem carros menores para passageiros.
Assim, os gabaritos para serem utilizados foram desenvolvidos incluindo uma variedade de outros ângulos, com configurações específicas para cada 30 graus de curva (30º, 60º, 120º, 150º e 180º). Um gabarito típico que demostra a disposição é apresentado na figura 8. Através de manipulação especial dos gabaritos, como descrito adiante, qualquer grau de ângulo de curvas pode ser produzido dentro de uma faixa de 20 a 200 graus. Do mesmo modo as configurações da trajetória de giro, forma ampliada
para incluir raios maiores de curva além dos mínimos para cada classe de veículo.
Além destas variações, os gabaritos foram produzidos em conjunto em duas escalas usuais 1:250 e 1:500. As quatro variáveis: tipo de veículo, raio de giro, ângulo de curva e escala, fornecem total flexibilidade na utilização dos gabaritos de veículo em curva para esboço e projeto. Para permitir maior amplitude na manobra de ônibus, caminhões de unidade única e carros para passageiros, são incluídos gabaritos especiais de barras, que consistem em raios de curva na faixa de 13 a 50 metros para veículos B 12 e SU 9 e 5,5 a 30 metros para veículos P, Pm e Ps. Uma relação completa de 28 gabaritos é apresentada na Tabela 2.
USO DOS GABARITOS
Seguindo o estabelecimento das duas trajetórias de curva à esquerda, a abertura do canteiro e a ilha divisória são esquematizadas para adequar estas pistas (figura 16). O esboço é feito à mão livre em grande parte, com frequentes ajustes para manter as dimensões adequadas. As extremidades dos caminhos percorridos e as ilhas, posicionadas em não menos de 1,00 metro fora das trajetórias das rodas e dão origem a diversos centímetros a mais nos pontos de aproximação das ilhas. Os raios das extremidades da ilha, de um lado do meio-fio são geralmente estabelecidos em 0,8 ou 0,6 metros no nariz de aproximação, e 0,5 ou 0,3 metros no ponto de convergência (saída). Neste estágio, as trajetórias de curva à direita são somadas ao plano (figura 16), utilizando gabaritos adequados numa forma similar a descrita acima. O restante do plano é esquematizado, pelo acréscimo da ilha, triangular e pelas extremidades mais externas do pavimento, ao longo das trajetórias dos veículos em curva à direita (figura 16). Aqui o plano está completo, exceto pelo refinamento do esboço e fornecendo dimensões seguras, curvaturas, etc... O plano então é avançado para sua forma final (figura 21) utilizando uma variedade de gabaritos de curva, tabelas de projeto e procedimentos gráficos. Várias dimensões e dados geométricos de estaqueamento em campo, embora não apresentados nesta figura, seriam incluídos na prática. GABARITOS EM BARRAS PARA RAIO ESPECIAL Para se obter maior flexibilidade na
utilização dos gabaritos para manobra de ônibus, caminhões de unidade única e carros
para passageiros, especialmente os relacionados
Através do uso de dois lápis pontudos, como pivô através do furo de
um raio de trajetória selecionado na barra vertical do gabarito e o outro através da
linha do eixo da roda frontal externa, uma pista de curva mais externa pode ser traçada
no plano do desenho. As trajetórias produzidas, diretamente por este gabarito, são para a
condição onde o Quando as rodas estão antes da curva, ou totalmente ajustadas a ela no
início e final da manobra, a trajetória e as posições do veículo formadas pelo
gabarito em barras, estão ilustradas na figura 232. Aqui, o veículo começou a se
movimentar de uma posição de parada, com as rodas em pré-curva ao raio desejado e o
veículo parou na extremidade
Outra situação de giro de começo ou fim de uma parada, mas com as rodas orientadas para frente é apresentada na figura 24. Neste caso, para realizar a manobra de giro com pouca perda de espaço, as rodas precisam ser mudadas da posição de linha reta em frente a posição de curva total, ou vice-versa, na posição de perda ou com movimentação do veículo.
(Figura 24)
As rodas nos carros de passageiros, especialmente comandadas pela direção, podem ser viradas de uma posição de linha reta em frente para a posição de curva total enquanto paradas. Com veículos maiores, algum movimento é necessário ou utilizado pelos motoristas para posicionar as rodas em curvas. A quantidade de movimento, ao longo do eixo longitudinal do veículo parado, variará com o tamanho, peso, mecanismo de direção e escolha de motoristas. Sob muitas circunstâncias de uma "forçada", o ajuste necessário das rodas frontais acontecerá dentro de um deslocamento na direção da curva igual ou menor do que a distância entre eixo do veículo. É razoável assumir que, para curva com espaço limitado, tal distância de "deslocamento" para efetivar o raio de curva total é equivalente a metade da distância entre eixos do veículo (bb). Isto está ilustrado na parte inicial da curva na figura 24. Para produzir a trajetória da roda, o gabarito em barras é aplicado a nova posição do veículo, com o ponto bi servindo para traçar a trajetória e apresentada pelas linhas pontilhadas que representam as posições de rodas progressivas, b para c, realizadas dentro de aproximadamente uma extensão equivalente a distância entre eixos do veículo. Quando o veículo em curva chega a posição de parada com suas rodas em linha reta para frente, o método do desenvolvimento da trajetória de giro está também demonstrado na figura 24. O deslocamento da metade da distância entre eixos para utilização do gabarito em barras é também empregado aqui. O deslocamento, e para ei está atrás da posição final da parada. A transição de roda frontal external (ed), fornecendo o reverso da trajetória, ocorre dentro de aproximadamente a extensão da distância entre eixos. A trajetória do corpo frontal é transicionada similarmente. (Figura 25) Quando o veículo muda de um raio de giro para outro, o gabarito em barras pode ser utilizado para formar uma trajetória composta tendo os centros das curvas, 01 e 02, alinhados na radial a partir do ponto de combinação, p, como apresentado na figura 27. A transição da trajetória interna, f, para g, está localizada graficamente utilizando uma distância igual de aproximadamente duas vezes a distância entre eixos. A frente é localizada similarmente. (Figura 26) (Figura 27) Nas técnicas de manobra para as posições de parada descritas anteriormente, se aplicam basicamente a reversão da operação, inclusive trajetória em sentido contrário (marcha-a-ré). Na figura 29, o veículo é apresentado apoiado de uma posição de parada para outra e, então, prosseguindo adiante. O deslocamento da metade da distância entre eixos do veículo, nas posições j e k, é aplicado como antes para fornecer ajuste da manobra no início e fim do giro. A trajetória básica é formada pela utilização do gabarito em barras numa direção em sentido contrário entre as posições ajustadas do veículo parado. Neste caso, o gabarito é utilizado ao lado oposto à volta no sentido horário, a roda externa e as transições projetadas são desenvolvidas de forma similar àquelas anteriormente demonstradas. Prosseguindo adiante da posição k, uma trajetória apresenta uma partida direta e outra uma trajetória em curva à direita. O mesmo veículo deslocado na posição k é utilizado para ambas as manobras. A trajetória da curva está descrita pelo gabarito em barras pelo lado frontal. Onde o veículo estava em movimento, na medida em que se aproxima de uma situação de parada, o veículo deixa uma posição de parada e continua em movimento, os gabaritos de veículo em curva padrão previamente apresentados devem ser aplicados, se possível, e as trajetórias resultantes combinadas com aquelas formadas pelo gabarito de raio em barras. Um exemplo disto é indicado pela trajetória i na figura 28 onde valores selecionados previamente Rt de 13 e 18 metros são utilizados.
Isto é realizado numa forma usual, com as trajetórias de transição para o começo e fim de giro anexados à parte circular da trajetória em curva. Para a trajetória interna, sendo h na figura 27, as pistas de giro circulares externas e internas são estendidas para a posição tangente do veículo iniciando o giro e a trajetória de rodas internas e transicionadas graficamente de acordo com o processo e dimensões esboçadas na figura. Para a trajetória externa, como na figura 29, a transição no fim da curva (inserção no gabarito em barras) é combinada e adequada para as pistas de giro circulares determinada pela rotação normal em barras. A transição externa, fornecida como uma inserção no gabarito em barras para raios de curvas de 13, 20 e 40 metros está designada para ser combinada com radial das trajetórias circulares. As extremidades de transição estão dispostas para permitir interpolação de qualquer raio de giro de cerca de 50 metros ou menos. A aplicação dos gabaritos (em barras) de raio especial para um problema típico é ilustrada na figura 30. As movimentações diversas de ônibus são testadas no projeto de um terminal de ônibus. As trajetórias indicadas para entrar, sair e realizar manobras internas dos veículos são a da forma descrita na utilização dos gabaritos em barras em conjunto com a figura 22 29.
Design Vehicles and Turning Radii
Uniform traffic control devices for Canadá; Metric edition. 3. Ed. Ottawa, RTAC, 1976 Turning Vehicle templates; a transpotation Design aid. Evanston, 1997
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